Leomarte esteve no Dois às 10 e justificou a sua desistência do Desafio Final.
O ex-concorrente acusou Afonso de criar um ambiente tóxico e de imitar outras pessoas. Leomarte esteve esta manhã no programa “Dois às 10” para falar sobre a sua inesperada desistência do “Desafio Final”.
O ex-concorrente angolano, que aban
donou a casa mais vigiada do país na noite anterior durante a emissão especial com Cristina Ferreira, assumiu que Afonso foi um dos grandes causadores da sua saída.
Em conversa com Cláudio Ramos, o jovem foi direto ao assunto e explicou o impacto do colega no ambiente geral: “Um pouco. O Afonso carregou aquela casa de péssimas energias. Eu sei que nas redes sociais as pessoas vão dizer: ‘Ah, então estão a pôr o Afonso como bicho-papão’. O Afonso é um miúdo bom, de um coração bom, conheço a família dele. Inclusive no dia 15 de abril, a mãe, o pai, o padrasto convidou-me para o aniversário da mãe dele. Não fui porque estava em Angola. Tenho uma boa ligação com a mãe do Afonso, que é a Dona Rita, a quem eu mando um beijinho”.
Apesar da amizade cá fora, Leomarte arrasou a postura adotada pelo jovem no programa, acusando-o de forçar uma personagem: “Mas o Afonso está a ser uma personalidade que ele não é. E é o que eu disse, isto é um programa de pessoas reais, não é sobre o jogo que a Catarina Miranda fez, não é sobre o jogo que o Miguel Vicente fez, porque aquela é a personalidade daquelas pessoas. E não é sobre adaptar-me ao quem venceu uma vez. Carregou aquilo, saem da cadeira quente, já está o Afonso: ‘O fulano disse, o fulano fez’. Carregou completamente o ambiente da casa, não se tinha diversão porque era todo o tempo discussão, provocações”.
Cláudio Ramos questionou se não seria possível ao grupo ignorar as táticas de Afonso. Leomarte explicou a dificuldade de manter o silêncio num jogo de convivência intensiva: “É muito difícil porque não se faz indiferença a uma voz como a do Afonso. Temos dinâmicas propostas pela VOZ onde se ignorarmos somos as plantas e se falarmos às vezes perdemo-nos e dizemos determinadas coisas que não queremos”.
Para rematar o assunto, o angolano confessou que os comentários do colega ultrapassaram os limites do tolerável: “E eu acho que é difícil sim. Aquele contexto, ignorar o Afonso, ignorar aquelas provocações, porque quem cala consente. E ouvir determinadas provocações, determinadas acusações, determinadas falas e só ignorar, que é o que eu disse, eu vou resumir-me à insignificância que eu vou dar ao Afonso a partir de agora. Mas estar ali, ouvir o Afonso dizer: ‘Ai, tu vens para cá só para cantar e para dar despesas’, são coisas que, por mais que diga que não vem para ofender ninguém, eu acho que é uma ofensa”.